Submissões

O cadastro no sistema e posterior acesso, por meio de login e senha, são obrigatórios para a submissão de trabalhos, bem como para acompanhar o processo editorial em curso. Acesso em uma conta existente ou Registrar uma nova conta.

Condições para submissão

Como parte do processo de submissão, os autores são obrigados a verificar a conformidade da submissão em relação a todos os itens listados a seguir. As submissões que não estiverem de acordo com as normas serão devolvidas aos autores.
  • A contribuição deve ser original e inédita, e não estar sendo avaliada para publicação por outra revista; caso contrário, deve-se justificar em "Comentários ao editor".
  • Os manuscritos devem ser submetidos através deste site, mediante cadastro prévio.
  • O arquivo da submissão estar em formato .docx (word) e ter no máximo 40 páginas (incluindo as figuras); caso tenha maior número de páginas, consultar o editor-chefe.
  • O texto segue os padrões de estilo e requisitos bibliográficos descritos em  Diretrizes para Autores.
  • Em caso de submissão a uma seção com avaliação pelos pares (ex.: artigos), as instruções disponíveis em Assegurando a avaliação pelos pares cega foram seguidas.
  • Os autores podem sugerir no campo “Comentários para o Editor” o nome de três revisores com seus e-mails.

Diretrizes para Autores

Normas para submissão do manuscrito

O manuscrito pode ser redigido em português, espanhol e inglês, recebendo este último idioma prioridade de publicação. As publicações em inglês e em espanhol devem apresentar o certificado de verificação da escrita por um tradutor especializado na língua inglesa ou espanhola quando do aceite do artigo.

Formatação do texto

O arquivo deve ser enviado em formato .doc ou .docx. Escrito em uma única coluna, em fonte Times New Roman, corpo 12, com espaçamento de 1,5 entre as linhas.

A apresentação dos tópicos: Título, Resumo, Abstract, Introdução, Material e Métodos, Resultados e/ou Discussão, Conclusões se pertinente, Agradecimentos e Referências deve seguir o estilo dos artigos publicados no último número da revista, encontrado no site. Estes tópicos devem estar centralizados na página e em negrito, o texto deve estar justificado.

A nota (no máximo seis páginas) destina-se a comunicações breves de resultados originais, não sendo necessário apresentar todos os tópicos de um artigo.

O título dever ser objetivo e expressar a ideia geral do artigo. Não deve conter os autores dos táxons.

O nome dos autores, seguido apenas pelo endereço profissional, e-mail do autor para correspondência e ORCID de todos os autores, deverá ser incluído no arquivo texto somente em sua última versão (não na primeira). Menção de parte de dissertação de mestrado ou tese de doutorado é indicada por número sobrescrito, abaixo do título do manuscrito.

O Resumo, com no máximo 200 palavras, deve conter as mesmas informações que o Abstract. Palavras-chave e keywords devem ter no máximo cinco palavras em ordem alfabética, separadas por vírgulas, e não podem ser as mesmas que se encontram no título. O resumo em inglês (abstract) deve ser precedido pelo título do manuscrito, também em inglês. Quando o manuscrito for escrito em inglês deverá conter um resumo em português precedido pelo título em português. Quando for escrito em espanhol, deverá conter um resumo em inglês.

Palavras de origem latina (et al., apud, in, ex, in vivo, in loco, in vitro...) são escritas em itálico e as palavras estrangeiras entre aspas.

Siglas e abreviaturas, quando mencionadas pela primeira vez, são precedidas por seu significado por extenso. Na escrita de dados numéricos, os números não inteiros, sempre que possível, deverão ser referidos com apenas uma casa decimal e as unidades de medida abreviadas, com um espaço entre o número e a unidade (Ex.: 25 km; 3 cm; 2-2,4 mm; 10 ºC; 30%). Os números de um a dez são escritos por extenso (excetuando-se medidas e quantificação de caracteres) e para os números com mais de três dígitos o ponto deve ser utilizado.

Tabelas e Figuras

Os gráficos e tabelas deverão ser inseridas no texto em configuração editável, as legendas das figuras deverão estar no final do documento texto; as imagens digitais e desenhos serão enviadas em formato JPEG ou TIF no documento suplementar com no mínimo 300 dpi, quando da submissão, assim como as tabelas e gráficos de grande extensão.

As tabelas e figuras são numeradas sequencialmente com algarismos arábicos e suas citações no texto devem ser abreviadas Tab. ou Tabs. e Fig. ou Figs. Os gráficos e tabelas devem ser indicados no corpo do texto.

A disposição das ilustrações deve ser proporcional ao espaço disponível (23 altura x 8,1 ou17,2 cm, de largura, no caso de uma ou duas colunas, respectivamente), incluindo o espaço a ser ocupado pela legenda. As barras devem estar graficamente representada ao lado das ilustrações e seu valor referenciado na legenda.

Legendas

As legendas seguem o seguinte padrão: Figura. Número por ordem de aparecimento no texto. Título da figura. A. Descrição; B. Descrição; C. Descrição. Segue exemplos:

Figura 1. Padrão de venação dos folíolos. A. Lonchocarpus muehlbergianus (J. A. Jarenkow 2386 - ICN); B. L. nitidus (A. Schultz 529 ICN); C. L. torrensis (N. Silveira et al. 1329 - HAS).

Figura 3. Eragrostis guianensis. A. Hábito; B. Espigueta; C. Antécio inferior reduzido ao lema e semelhante às glumas (Coradin & Cordeiro 772 - CEN). Barras =1 mm. 

As Tabelas devem conter uma breve explicação sobre o conteúdo dela.

Tabela 1. Resultados da ANOVA one way para os parâmetros de crescimento para as espécies arbóreas entre os tratamentos hídricos, controle (C), inundação parcial (IP) e total (IT) durante 15 dias. Eugenia uniflora (E. uni), Inga vera (I. ver), Parapiptadenia rigida (P. rig) e Eugenia involucrata (E. inv).

Material examinado

O material examinado é apresentado em tabela ou citado na seguinte sequência: país, estado, município, local específico listado em ordem alfabética, seguindo-se a data, nome e número do coletor e sigla do Herbário, ou o número de registro no herbário, na inexistência do número de coletor, conforme os exemplos:

Material examinado: ARGENTINA, MISIONES, Depto. Capital, Posadas, 11.I.1907, C. Spegazzini s/nº (BAB 18962). BRASIL, ACRE, Cruzeiro do Sul, 24.V.1978, S. Winkler 698 (HAS); RIO GRANDE DO SUL, Santa Maria, Reserva Biológica do Ibicuí-Mirim, 10.XII.1992, M.L. Abruzzi 2681 (HAS); Uruguaiana, 12.III.1964, J. Mattos & N. Mattos,5345 (HAS, ICN). VENEZUELA, Caracas, 15.III.1989, J. C. Lindeman 3657 (VEN).

Material examinado: BRASIL, RIO GRANDE DO SUL, Mato Leitão, arroio Sampaio, estação 1, 10.V.1995, lâmina nº 4899 (HAS 34015); arroio Sampainho, estação 2, 5.VIII.1994, lâmina nº 4903 (HAS 34017).

Citações de autores de táxons

Nomes taxonômicos devem ser escritos em itálico. Os nomes genéricos e específicos, ao serem citados pela primeira vez no texto, são acompanhados pelo(s) nomes do(s) seu(s) autor(es). Para as abreviaturas de autores, livros e periódicos deve-se seguir “The International Plant Names Index” (http://www.ipni.org/index.html), “The Taxonomic Literature (TL-2)”, “Word List of Scientific Periodicals” ou “Journal Title Abbreviations” (http://library.caltech.edu/reference/abbreviations).

Nos manuscritos de abordagem taxonômica, as chaves de identificação devem ser indentadas e os autores dos táxons não devem ser citados. Ex.:

1. Antécio superior castanho escuro quando maduro.

2. Plantas anuais; bainhas glabras; lâminas foliares 2,5-9 cm compr., lanceoladas, planas, glabras, base truncada; espiguetas 1,9-2 mm compr. ................................................................................................. 19. P. melanospermum

2'. Plantas perenes; bainhas pilosas; lâminas foliares 10,5-18 cm compr., lineares, conduplicadas, hirsutas, base atenuada; espiguetas com 2,5-3,5 mm compr.

3. Plantas cespitosas; lígula 1,5-2 mm compr.; lema inferior hialino no centro ............................................................................................................ 35. P. rojasii

3'. Plantas estoloníferas; lígula 2,5-3,5 mm compr.; lema inferior hialino em toda a extensão ....................................................................................... 40. Paspalum sp.

1'. Antécio superior estramíneo quando maduro.

4. Inflorescência com 2 ramos conjugados ou subconjugados.

No texto, os táxons são apresentados em ordem alfabética e citados como segue (basônimo e sinônimo não são obrigatórios):

Bouteloua megapotamica (Spreng.) Kuntze, Revis. Gen. Pl. 3 (3): 341. 1898. Pappophorum megapotamicum Spreng., Syst. Veg. 4: 34. 1827. Eutriana multiseta Nees, Fl. Bras. 2(1): 413. 1829. Pappophorum eutrianoides Trin. ex Nees, Fl. Bras. Enum. Pl. 2(1): 414. 1829. Bouteloua multiseta Griseb., Abh. Königl. Ges. Wiss. Göttingen 24: 303. 1879.

A citação do(s) nome(s) do(s) autor(es) do(s) táxon(s) é opcional.

Citações de texto

As citações de literatura no texto são dispostas em ordem alfabética e cronológica da seguinte forma:  Crawford (1979) ou (Crawford 1979); (Bawa 1990, Free 1993); (Smith & Browse 1986) ou Smith & Browse (1986); Round et al. (1992) ou (Round et al. 1992). Quando o mesmo autor publicou várias obras no mesmo ano, as diferentes citações devem ser indicadas por letras (ex: Smtih 2009a, 2009b, 2009c) respeitando a ordem alfabética em que é citado no texto.

- Para um ou dois autores:
Segundo Crawford (1979)
De acordo com Smith & Browse (1986)

- Para três ou mais autores:
Proposto por Baker et al. (1996) ou (Baker et al. 1996)

- É importante lembrar que a vírgula é usada para separar mais de uma citação entre parênteses:
(Crawford 1979, Smith & Browse 1986).

- Citações de citações devem ser indicadas por apud como no exemplo:
(Souza apud Siqueira 2004).

As citações de dissertações e teses são incluídas somente em casos estritamente necessários.

Referências Bibliográficas

As Referências Bibliográficas devem conter todos os autores citados no texto, obedecendo os espaços simples ou duplos, entre os autores, ano, título do artigo ou livro e do periódico (citado por extenso). O seguinte estilo deve ser usado para as Referências Bibliográficas:

Capítulo de livro

Barbosa, D. C. A., Barbosa, M. C. A. & Lima, L. C. M. 2003. Fenologia de espécies lenhosas da Caatinga. In Ecologia e conservação da Caatinga (I. R. Leal, M. Tabarelli & J. C. M. Silva, eds.). Universidade Federal de Pernambuco, Recife, p. 657-693.

Livro

Barroso, G. M., Morim, M. P., Peixoto, A. L. & Ichaso, C. L. F. 1999. Frutos e Sementes. Morfologia Aplicada à Sistemática de Dicotiledôneas. Universidade Federal de Viçosa, Viçosa. 443 p.

Obra seriada

Bentham, G. 1862. Leguminosae. Dalbergiae. In Flora brasiliensis (C. F. P. Martius & A. G. Eichler, eds.). F. Fleischer, Lipsiae, v.15, part. 1, p. 1-349.

Livro de uma série

Förster, K. 1982. Conjugatophyceae: Zygnematales und Desmidiales (excl. Zygnemataceae). In Das Phytoplankton des Süsswassers: Systematik und Biologie (G. Huber-Pestalozzi, ed.). Schweizerbart’sche Verlagsbuchhandlung,Stuttgart, Band 16, Teil 8, Hälfte 1, p. 1-543.

Metzeltin, D., Lange-Bertalot, H. & Garcia-Rodriguez, F. 2005. Diatoms of Uruguay. In Iconographia Diatomologica. Annoted diatom micrographs. (H. Lange-Bertalot, ed.). Gantner Verlag, Ruggell, v. 15, 736 p.

Referência via eletrônica

Guiry, M. D. & Dhonncha, E. 2004. AlgaeBase. World eletronic publication. Disponível em: http://www.algaebase.com. Acessado em 18.02.2005.

Periódico

Nervo, M. H. & Windisch, P. G. 2010. Ocorrência de Pityrogramma trifoliata (L.) R. M. Tryon (Pteridaceae) no estado do Rio Grande do Sul, Brasil. Iheringia, Série Botânica 65(2): 291-293.

Dalastra, G. M., Echer M. M., Guimarães, V. F., Brito, T. S., Inagaki, A. M. 2020. Trocas gasosas e produtividade de tomateiro com diferentes hastes por planta. Iheringia, Série Botânica 75: e2020020

Tese ou dissertação

Werner, V. 2002. Cyanophyceae/Cyanobacteria no sistema de lagoas e lagunas da Planície Costeira do estado do Rio Grande do Sul, Brasil. Tese 363 f., Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho, São Paulo.

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